Tempo que se mede na espera; Espera que se mede com calma; o acender do fogão a lenha;
até que a lenha seja brasa
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Olhos que se arregalam, nutridos de esperança; Um punhado de alegria, No colo de uma criança. |
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Nem mesmo a idade gasta, nem mesmo o sol a pino, faz seu José descansar, Abandonar seu destino. A água ali é sagrada, alimento cristalino.
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Pode até faltar comida,mas prece não pode faltar.Na casa do sertanejo,Sempre haverá um altar.
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É devoção a Maria,Confiança em São José,Dezenove de março,É festejado com fé.
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A reza tem endereçoDe proteção e clamor,Que venha chuva abundante,Para plantar sem temor.
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Naquele Sertão ardente,
A vida segue seu passo.
O homem na sua lida,
O gado cevando no pasto.
A prosa ao cair da tarde,
Faz esquecer o cansaço. |
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